Kaká (Ricardo Izecson dos Santos Leite)
Seleção Brasileira
Fonte: www.atletasdecristo.org

Como amador, ele jogou no São Paulo desde os 10 anos de idade. Passou por todas as categorias de base: dente de leite, infantil, juvenil e júnior, até chegar ao profissional, onde atua há pouco mais de um ano.
Eu sempre sonhei com a Seleção Brasileira. Só que era só sonho! Do Brasileirão do ano passado para cá esse sonho tornou-se um objetivo profissional. As coisas realmente aconteceram muito rápido para mim. Mas Deus prepara a gente. Se aconteceu é porque Ele já tinha me preparado. Deus tem coisas grandes pra gente. Se Deus quiser que eu esteja lá, vou estar. A vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. Agora é só esperar.
Nasci num lar evangélico. Meus pais já eram convertidos e eu cresci na presença do Senhor. Minha conversão aconteceu a partir do meu batismo, quando comecei a ter um relacionamento de Pai para filho com Deus. Quando fui batizado em 94, aconteceu alguma coisa sobrenatural. Não sei explicá-la, mas depois daquela experiência fiquei mais próximo de Deus, mais sintonizado com Ele.
Em outubro de 2000. Eu estava disputando o Campeonato de Juniores. Fui visitar meus avós paternos em Caldas Novas, e lá fui descer num escorregador de piscina, um toboágua. Quando caí na água, bati a cabeça no fundo da piscina e torci o pescoço. Aquela virada causou a fratura de uma vértebra. Os médicos diziam que eu tinha muita sorte por ainda poder andar normalmente. Eles falando em sorte e minha família falando em Deus. Em casa, nós sempre agradecíamos a Deus porque sabíamos que tinha sido a mão e o livramento d’Ele que tinha me protegido.
Ser um atleta de Cristo, para mim, não é difícil. Sou, dentro do campo, o que sou fora dele. É preciso ter tranqüilidade, ter calma. Não posso ficar brigando, mesmo porque não sou de briga. Mas não posso ficar dando porrada em campo, nem ficar falando palavrão. Não quero que falem de mim: “Olha, aquele cara fala uma coisa e faz outra.” A minha preocupação diante dos meus companheiros, diante dos adversários é ser quem eu sou e nunca falar uma coisa e ser outra. Dentro do clube procuro ser um exemplo. Procuro mostrar o que Deus tem feito em minha vida e que pode fazer na vida deles também.
Sempre que possível, procuro dizer alguma coisa sobre Jesus, sobre a vida com Deus, aconselhar, ajudar. Para a galera que já tem Jesus: vocês fizeram a melhor escolha e estão no melhor time. Vão em frente. Não desistam. A luta é grande, mas a gente só tem a ganhar estando ao lado de Jesus.
Para quem ainda não entregou sua vida para Jesus: Está fazendo o que fora desse time?! Venha aprender da Palavra de Deus, venha conhecer quem Deus é de verdade. Escute, porque é sobrenatural e Deus tem grandes coisas para nossa vida.
Fonte: http://adrianasouza23.multiply.com/journal/item/143
A ficha:
Nome: Ricardo Izecson dos Santos Leite
Idade: 19 anos Nasceu em: 22/04/82
Ídolo: Jesus Exemplos no futebol: Raí e Zico
Versículo bíblico: Tudo posso naquele que me fortalece – Filipenses 4:13
Nas horas vagas: fico em casa com a minha família, vou à igreja, passeio no shopping, saio para jantar fora. Tenho uma vida normal.
Seu gol mais bonito: foi contra o Guarani, pelo Brasileirão de 2001, de bicicleta.
Quem é o Kaká: sou um cara tranqüilo, de muita paciência, sincero, verdadeiro, que procura fazer a vontade de Deus.
KAKÁ VOLTA AO PALCO
Fonte: http://pt.fifa.com
O ano de 2009 foi de grandes realizações para Kaká. Escolhido o melhor jogador do mundo em 2007, o meia-atacante brasileiro colocou ponto final na bela história de amor com o Milan e começou a escrever um novo capítulo da sua carreira no novo plantel galáctico do Real Madrid. Para coroar a temporada, ainda comandou o Brasil dentro de campo na conquista da Copa das Confederações da FIFA na África do Sul.
O jogador nascido em 1982 é a personificação da elegância em campo. A habilidade com a bola, a facilidade com que consegue decidir um jogo e a capacidade de encontrar espaços e tomar as decisões certas fazem dele um jogador fora de série.
Kaká faz parte de uma tradição interminável de craques que vestiram e vestem a camisa amarelinha, mas teve uma origem diferente da maioria dos jogadores brasileiros. Garoto de classe média, ele conseguiu crescer no futebol sem nunca descuidar dos estudos. Auxiliado pelo pai, que é engenheiro formado e trata de todas as negociações contratuais, Kaká definiu um plano de desenvolvimento profissional que vem sendo cumprido com grande determinação, sem chances para o azar.
Kaká é o genro com quem toda mãe sempre sonhou. Nascido em Brasília, mudo-se com os pais para São Paulo quando tinha sete anos. Logo passou a se interessar pelo futebol e a mostrar uma qualidade acima da média. Mesmo assim, o entusiasmo pelo esporte não era nada fora do normal. Foi apenas aos 15 anos que ele decidiu seguir carreira, mas mesmo assim sem abandonar a escola.
Três anos depois, os planos quase foram por água abaixo com um acidente na piscina de casa. Felizmente Kaká fraturou apenas uma vértebra. “Naquele momento, percebi que havia sido salvo pela mão de Deus”, escreveu no seu diário. Desde então, o camisa dez da seleção brasileira mantém uma firme convicção religiosa. A cada conquista em campo, ele agradece a Deus erguendo as mãos aos céus.
Sucesso precoce
A carreira profissional progrediu em um ritmo alucinante. Nas categorias de base do São Paulo desde 1994, Kaká tinha apenas 18 anos quando passou a atuar no time principal. Ele ainda não tinha completado 20 no dia 31 de janeiro de 2002 quando estreou com a camisa da seleção brasileira. Estava claro que o futuro seria promissor.
No ano seguinte, o ex-são paulino Leonardo, que havia encerrado a carreira no Milan para se tornar diretor técnico, convenceu o jogador e a família a se mudarem para a Itália. Àquela altura, a nova contratação da equipe rossonera já tinha conquistado o título mundial com o Brasil em 2002 e feito 48 gols em 131 jogos pelo São Paulo, confirmando todo o seu talento.
A adaptação à Europa foi rápida. Como sempre, Kaká fez os desafios mais difíceis parecerem simples. Na temporada 2003/04, ele foi uma das revelações que ajudaram o Milan a conquistar o 17º título nacional. Três anos depois, a Europa estava aos seus pés — o Milan levou o troféu da Liga dos Campeões da UEFA 2006/07 e Kaká foi o artilheiro da competição, com dez gols.
“Ele é um rapaz extremamente calmo e controlado, que nunca mostra tendência à euforia ou à depressão”, disse o técnico Carlo Ancelotti, que treinou Kaká no Milan e hoje dirige o Chelsea. “Ele tem grande força interior e nunca deixa o sucesso subir à cabeça. É um grande campeão.”
Fundamental para os títulos mais recentes do Milan, Kaká chegou a receber críticas por não conseguir mostrar o mesmo futebol com a seleção brasileira. Mas qualquer dúvida em relação a ele ficou para trás em 2009, ano em que o jogador confirmou o seu lugar como principal armador e uma das lideranças do selecionado que ficou em primeiro lugar nas eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo da FIFA 2010 e conquistou com muito brilho a Copa das Confederações da FIFA na África do Sul.
“Sim, agora sou um líder dentro do grupo. Certamente não o único, mas um de muitos”, afirmou Kaká, que ficou com a Bola de Ouro adidas na África do Sul depois de mostrar um verdadeiro espírito de liderança, especialmente na vitória de virada por 3 a 2 na decisão diante dos Estados Unidos. “É uma função que assumo como um progresso natural, não é algo que tenha sido forçado”, disse o meia durante a campanha vitoriosa em junho, poucos dias depois de abalar o mercado de transferências ao assinar contrato por seis anos com o Real Madrid.
Posicionado atrás do centroavante, Kaká é geralmente o homem que dá o passe decisivo, mas também sabe aproveitar as chances para finalizar. No entanto, o detalhe mais característico dele talvez seja a simplicidade do seu futebol, com jogadas de brilho técnico e controle total. Além de tudo, agora também mostra um novo senso de liderança. O que mais se pode querer em um jogador?





